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Comunidade Teresiana de Amolares - S. TOMÉ E PRÍNCIPE No dia 27 de Maio de 1989 a Companhia estabeleceu uma comunidade de Irmãs em S. João dos Angolares na Diocese de S. Tomé e Príncipe, um país africano com o mesmo nome. O objectivo é precisamente o serviço à Igreja, com o fim de dedicar-se essencialmente à pastoral catequética, pudendo na medida do possível ter outras actividades como no campo do ensino, na saúde e na promoção da mulher. Na data da fundação formavam a comunidade as seguintes Irmãs: Maria Rosa Sánchez Marcos, Adelina da Cunha Costa e Sá, Maria Domingas Valemela e Arminda Namwenho. Os primeiros contactos sobre a possibilidade da resença da Companhia em S. Tomé e Príncipe foram realizados num momento de muito sofrimento para a Província: o sequestro das Irmãs da comunidade de Calulo, em Setembro de 1983. Com a ida para S. Tomé, a nossa Província começava a tornar-se missionária. S. Tomé é um país muito pobre e muito quente. O Clima não tem sido muito favorável para algumas Irmãs. No entanto, todas as que por lá passam, têm procurado dedicar-se com amor e zelo à Missão de restaurar todas as coisa em Cristo a favor deste povo de Angolares, tão abandonado e precisamente por isso mais necessitado. Actualmente a comunidade é formada por cinco Irmãs: Augusta Celeste Noloti Joaquim, Matilde Vita, Joana Tchindjumbila, Felciciana Cambovo Gueve e Vitória Noémia Nalussinga. As Irmãs estão presentes na Escola estatal, na saúde, na pastoral da sede e dos centros, através da catequese às crianças e adultos, atendimento e acompanhamento aos jovens e casais, MTA, promoção da mulher em geral e formação de 27 meninas internas vindas das roças do interior. As Irmãs continuam a ser a única presença missionária em toda a parte sul da Ilha. Diariamente fazem a celebração da Palavra e aos domingos têm Eucaristia com todo o povo quando há sacerdote.
Comunidade Teresiana de S. Tomé e Príncipe - S. TOMÉ E PRÍNCIPE As Irmãs residem na cidade capital desde o ano 2000, mas dependendo da comunidade de Angolares. A erecção canónica fez - se em 2001. Sentiu-se a necessidade de haver uma comunidade na cidade capital para servir de apoio às Irmãs de Angolares e sobretudo para dar continuidade à obra social de lá. As meninas internas de Angolares são muito pobres e as Irmãs fazem uma pastoral bonita em termos de sensibilização para que as meninas possam estudar. Aí só podem fazer a 8a classe. Não havendo continuidade voltam às roças. Com a abertura da casa na cidade as meninas podem continuar os estudos.
Com as Irmãs vivem quatro meninas vindas do lar de Angolares. Não podem receber mais nenhuma, por enquanto, devido à falta de espaço. As Irmãs esperam com confiança na Providência a construção de uma residência para as meninas poderem continuar os estudos, conscientes de que a promoção da mulher passa necessariamente pela formação em todos os níveis.
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