PROVINCIA NOSSA SENHORA RAINHA ANGOLA-SAO TOME PRÍNCIPE-MOÇAMBIQUE

Misión

          Comunidade Teresiana de Menongue- CUANDO CUBANGO

 
Casa
das irmãs

          Tudo começou pouco depois da independência em 1976. D. Francisco Viti, nomenado Bispo da recém criada diocese com tão escasso número de missionários, começou a pedir ajuda lançando o apelo:”Venham ajudar-me”, assim escrevia ele á Ir. Provincial . O facto de ser uma das diocesis mais desamparadas de Angola, interpelou-nos fortemente, mas as vicissitudes e dificultades vividas pela Província nos anos que se seguiram à independência, o êxodo de missionários , a necessidade formar Irmãs que iam entrando, não nos permitiram responder imediatamente e foi-se adiando a nossa presença. Finalmente, com a insistência do novo Bispo D. José de Queirós Alves e porque houve uma breve era de paz que já julgávamos definitiva autorizoou-se a fundaçao para Janeiro 1998 e a comunidade estava pronta para partir... quando explodiu de novo a guerra que tornou impossível a comunicaçao. Além disso, a área da missão estava minada e não era prudente nem possível habitar lá.                                                                     Escola

         

            Em 30 de Outubro de 1996, ano do 1º centenário da morte de Nosso Padre Fundador, a Companhia estaveleceu-se finalmente na missaô de Menongue. As Irmãs eram esperadas com muita alegría pelo Sr. Bispo e missionários redentoristas já residentes na missão. Na altura formavam a comunidades as Irmãs: Vitória Tjipuku, Rosalinda Nahembi, Isabel Vkeya e Rosa Katumbu. “A nova fundaçao apresenta-nos um campo de apostolado vasto: outrora foi atendido pelos missionários redentoristas, sendo um deles precisamente o actual Bispo D. José de Queirós, e pelas Irmãs Beneditinas de Tursing. Na missão espera-se que trabalhemos na Escola, no atendimento ao internato, na promoçao da mulher, na saúde, na pastoral em geral da sede e zona rural. Um campo imenso em que iremos entrado pouco a pouco comforme as possibilidades”, assim se expressavam as Irmãs na crónica da fundaçao. Desde essa data até ao presente a comunidade tem se dedicado com empenho à educaçao na Escola Teresiana à pastoral juvenil e catequética, atendimento aos casais, aos doentes e ao intenato com 10 meninas muito pobres vindas das aldeias do interior. É uma zona que sofreu muito as consequências da guerra e ainda hoje, mesmo nos arredores da missão existem minas; muitos refugiados que continuamente batem à porta esperando receber  alguma coisa das Irmãs. Formam comunidade 5 Irmãs: Celestina Gueve-Superiora, Antónia Cardoso Ferreira, Maria Catarina, Mariana Nachingolo e Maria Naquinta.

                                             

  
Mina perto da escola                                                                  Alunos

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