PROVINCIA NOSSA SENHORA RAINHA ANGOLA-SAO TOME PRÍNCIPE-MOÇAMBIQUE

Misión

Comunidade Teresiana de Cubal- BENGUELA

 
Escola

          A pedido do Sr. Bispo D. Armando Amaral dos Santos (e.p.d.), no dia 27 de Agosto de 1973 chegaram as Irmãs fundadoras desta comunidade: Maria Laura Azpilicueta Antunes, Maria Antónia González e Susana Francisco, acompanhadas de Ir. Provincial Joaquina Afonso Correia ( e.p.d.) e da vigária provincial Lucinda Antunes Araújo. Mais tarde chegaram as Irmãs Custódia Soares e África Alcañiz para completar a comunidade. As Irmãs foram recebidas com todas as atenções pelos Padres Missionários de Nossa Senhora de la Salette, residentes na missão de Cubal desde 1965.

          A finalidade da fundaçao da comunidade, como consta no então contrato entre a diocese de Benguela e a Companhia é de “auxiliem os missionarios da área nas obras de educaçao, promoçao socila, formaçao religiosa e catequética, bem como no arranjo e asseio dos lugares e objectos de culto”.

          Na tarde do dia 30 de Agosto as Irmãs foram visitadas pelo Sr. Bispo que se mostrou muito satisfeito pela presença das Irmãs naquela zona. Conversou com elas animando-as a começar o seu trabalho, ao mesmo tempo que lhes dizia que o que mais lhe interessava era a vida espiritual e a santificaçai das Irmãs. No dia seguinte da manhã celebrou a missa na pequena capela das Irmãs, ficando o Senhor Sacramentado, a partir daquele dia, solo o mesmo tecto com as Irmãs.

          Quando as Irmãs chegaram à missão encontraram que já havia uma escola com 5 salas, cuja direcçao lhes foi confiada de imediato. As Irmãs trabalharam nesta escola com toda a dedicação até 1976, pois com a independència nacional, a referida escola foi confiscada pelo Governo como aconteceu com muitas outras.

          Em 1992 foi recuperada pelas Irmãs a escola da missão, a partir do Protocolo entre o Ministério da Educação e a Igreja Católica. A partir de então, dá-se novo impulso ao nosso apostolado da educação, através do qual se donimou “ Escola Teresiana” como todas as outras que estão sob a orintação das Irmãs Teresianas.

          A escola sempre esteve e continua a estar ao servico dos mais pobres que não podem ter acesso a outros estabeleicimentos de ensino. Actualmente trabalham a tempo pleno na escola 4 Irmãs em colaboração com muitos outros professores leigos.

          No campo da saúde é uma área que se abandonou mesmo durante os anos de guerra, atendendo os mais necessitados e feridos de guerra que vinham de todas as partes.

          De simples dispensário onde uma Irmã começou a atender os deoentes ambulatórios, passoou-se a um excelente complexo hospitalar construido com a ajuda de ONGS sendo o melhor                                             Escola                                     e mais funcional hospital no interior da Província de Benguela. As Irmãs não se poupam nem de dia nem de noite. Estão sempre prontas para atender  e socorrer quem chega.

          O tempo foi passando e as necessidades também aumentaram. As Irmãs procuraram dar resposta ao momento presente servindo-se de todos os meios ao seu alcance. Para além do traabalho na escola e no hospital, as Irmãs estão muito empenhadas na pastoral da criança catequética, juvenil, MTA, formação aos catequistas e casais e atendimento á aldeia de 3ª Idade e à promoção da mulher.

          Actualmente trabalham no hospital 4 médicos ( 2 Irmãs e um casal russo), 6 enfermeiras (3 Irmãs e 3 leigas em regime de voluntariado), um grande número de técnicos básico de enfermagem formados pelas Irmãs, e muitos funcionários para diferentes sectores. Ultimamente o hospital tem causado muito sofrimento e dor às Irmãs.

                      Mininos desnutridos

          Presentemente formam comunidades as seguintes Irmãs: Martinha Lussinga, Generosa Iturri, Vitória Tjipuku, Maria Teresa López, Modesta Nachemba, Pilar Rodriguez, Custódia Soares, Maria Teresa Romero, Susana Francisco, Milagro Moreno e Maria Manuela Magalhães. Tanto na Escola como no Hospital as Irmãs procuram dar formação permanente aos professores e enfermeiros.

         As Irmãs que passaram por Cubal e as que ainda estão sabem por experiência o que é viver na insegurança sempre á espera quando cai uma bomba por cima delas. Sendo uma área muito pobre com a situação as coisas pioraram, mas numca faltou ás Irmãs o necessário para poderem partilhar com os mais pobres e necessitados, graças a Deus.


 

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