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PROVINCIA NOSSA SENHORA RAINHA ANGOLA-SAO TOME PRÍNCIPE-MOÇAMBIQUE |
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Misión |
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Comunidade Teresiana de Benguela – BENGUELA
Esta comunidade foi fundad em Agosto de 1985, na Paróquia de S. João Baptista do Cassoco, bairro que leva o mesmo nome, para responder a algumas necessidades: serviço da pastoral paroquial, colaboraçao no Secretariado de catequese e formação das aspirantes à Companhia. A missa de abertura foi celebrada pelo Sr. Bispo de Diocese, D. Óscar Lino Fernandes Braga. Foram fundadoras as Irmãs Domingas, Martinha Lussinga e Augusta Celeste Noloti Joaquim.
Os
anos foram passando e novas necessidades foram surgindo. Assim, sem
deixar de responder à missão da génese fundacional, pouco a pouco as
Irmãs lançaram-se à acção evangelizadora na Escola estatal, através da
educação
Irmãs
São 5 Irmãs de comunidade actualmente: Perpetua Namingu, Rosa Sica,
Josefa Imbo, Maria Isabel Gueve e Maria Isabel Máquina. Atendem também o
MTA em todos os seus ramos cujos membros vão crescendo não só eta número
mas também em cosciência de grupo que pertence a um movimento
apostólico. Graças a Deus o MTA jovens constitui neste momento uma força
na Paróquia que a todos interpela pela sua responsabilidade e fidelidade
ao quarto de hora de oraçao e participaçao nas actividades paroquiais A
guerra cujos efeitos se sentem em toda a parte, levou as Irmãs a fazer
alguma coisa pelos mais necessitados, sobretudo os vlhos,
proporcionando-lhes diariamente um prato de sopa.
Comunidade Teresiana de Santa Cruz—BENGUELA
A comunidade existe desde 1978, dada a impossibilidade da permanência das Irmãs na Missão de Monte Belo, por causa da guerra. A comunidade ai radicada, na altura formada pelas Irmãs Arminda Ferreira da Silva (e.p.d.), Magdalena Pérez(e.p.d.), Maria Rosa Ferreira Antunes e Maria Adelaide Vieira de Sousa, acompanhou os Missionàrios Espirítanos para o litoral, tendo ficado instalados no Bairro de Santa Cruz, esperando a hora do regreso para o interior. Desde Santa Cruz as Irmãs exerciam a sua actividade pastoral, incluindo o dispensàrio que funcionau durante muito tempo numa parte da sacristia. O tempo foi passando e a guerra recrudesceu e grande parte do povo do Monte-Belo foi se deslocando para o litoral, fixando-se especialmente na zona de S. João. A área que as Irmãs atendiam abrangia S. João, tornada Paróquia em 1982.
Por
ser a primeira comunidade do litoral, desde sempre serviu de casa de
passagem para as Irmãs que vinham de diferentes lugares do país e
sobretudo de apoio às Irmãs de Cubal. Por causa de guerra também já
serviu de noviciado e pré-noviciado. Actualmente a comunidade é constituida por 5 Irmãs: Avelina Kalumbu, Josefa Guzman, Mara de la Salette, Adelina dos Santos Rebuge e Marcela Gualdino Pereira Bravo. Santa Cruz tornou-se paróquia e as Irmãs dedicam-se à pastoral paroquial, atendendo à pastoral catequética, juvenil e vocacional, PROMAICA, MTA, Cruzada Eucarística e colaboram na comissão da catequese, da familia Além de fazerem parte de algumas comissões diocesana, uma Irmã atende o dispensário que entre fome e doença está sempre cheio de gente mais necessitada. Com as Irmãs vivem 3 meninas aspirantes e ajudam coisa mas também poderem assegurar pelo menos o almoço. Dispensario
Comunidade Teresiana de S. João – Lobito- BENGUELA
Circunstâncias e necessidades diversas levaram à abertura desta comunidade na actual casa junto à Paròquia de S. João: o excessivo aumento populacional da Paróquia de S. João pelos desalojados que chegavam do interior ao litoral em busca de melhores condições de vida, e de uma vida um pouco mais calma, a distância da residência das Irmãs da sede paroquial onde estas realizavam as mais variadas actividades, entre elas a educação na escola paróquial. A fundação foi autorizada pelo Sr. Bispo D. Oscar Braga a 26 de Julho de 1989. Desde então, as Irmãs Maria Dolores Idoate, Genoveva Ndjambela, Rosalina Nahembi e Amélia Paula Jacinta, mesmo com escassos meios, passaram a residir no bairro de S. João numa casa sem estar terminada de ser construida, embora dependentes da comunidade de Sta. Cruz. Passaram por muitas difuculdades e começaram de zero. Não tinham mesmo nada. A primeira panela foi oferecida por uma antiga aluna. A erecção da casa como tal só foi feita em 28 de Agosto de 1995, data em que se tornou comunidade independente de Sta. Cruz, constituída pelas seguintes Irmãs: Carolina Natengo, Josefa Guzman, Amélia Paula Jacinta e Maria Fernanda Almeida. A presença e o trabalho na escola e a pastoral paroquial foram sempre os dois campos de apostolado desta comunidade.
Alunos |
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